sexta-feira, 26 de julho de 2013

Revolução da Energia

Amigos do blog!
A mudança no campo da energia já não é mais utopia, mas pura realidade.
Não há apenas a mudança relacionada ao uso e escolhas do país por disseminar PCH's e hidroelétricas. Belo Monte nada mais é do que a prova do declínio deste modelo. Para entender mais sobre Belo Monte, veja o vídeo abaixo:


Já é o presente a mudança do modelo de geração de energias no país. Novas formas de energia renovável, sobretudo a eólica e solar passarão a ser tornar os novos modelos a serem seguidos. Diferentemente das hidroelétricas, ambos os modelos possuem nível de impacto ambiental consideravalmente menor. Contudo, até um passado recente, tal modelo se mostrava muito oneroso.

Porém, devido a novas tecnologias, bem como a iniciativa privada estão tornando aos poucos acessível e popular ambos os modelos de energia. No link abaixo, em matéria da exame, vamos mais além no tocante a esta verdadeira revolução energética, tornando o consumidor da energia, a escolher livremente a energia que deseja utilizar, estando esta exposta em sites, de maneira tão fácil e acessível quanto a uma passagem de avião.http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/sites-viram-alternativa-para-vendas-de-energia-solar?page=1

Vem aí uma revolução em boa hora, por um direito de consumidor mais efetivo, e por um desenvolvimento sustentável, sem deixar de contemplar aspectos de liberdade econômica.
















domingo, 21 de julho de 2013

Olá a todos! 
  Permita-me hoje fazer algumas considerações.
 Muito tem se falado sobre o Meio Ambiente na atualidade, e muitas são as "soluções"para o "problema"ambiental. As aspas colocadas, não refletem ironia, mas sim o subjetivismo que possui a matéria ao tentar estabelecer um padrão. 
  Desde 72 em Estocolmo, quando podemos atribuir o início da conscientização ambiental em âmbito mundial, que tem surgido várias vertentes, como formas diferentes de enxergar o problema ambiental e propor soluções para esclarecer e tornar o Meio Ambiente mais sadio e equilibrado a todos. Muitas destas soluções estão misturadas a convicções políticas ou conveniências econômico/sociais.
  Por outro lado, as dificuldades em se estabelecer um padrão são muito difíceis, senão praticamente impossíveis: Sob o prisma internacional, tratam-se de políticas e visões econômicas totalmente distintas, bem como países com cenários antagônicos, desde aqueles com grande extensão territorial e diversidade ambiental, como é o caso do Brasil, até países como Japão por exemplo, composto de alto índice demográfico, incapaz de destinar parte de seu território para uma preservação sustentável do Meio Ambiente, como acontece aqui em nosso país.
  Considerando todos os problemas envolvendo a questão ambiental no Mundo, precisamos, acima de tudo, fazer nossa parte na preservação dos recursos naturais, achando uma forma sustentável de desenvolvimento econômico, político e social, preservando o Meio Ambiente.

  Esse é o caso de Ray Anderson, CEO de uma fábrica de carpetes, que encarou a mudança de visão e hoje ostenta e se destaca enquanto uns dos CEOs mais verdes do Mundo.
Vale a pena conferir!!!!


sexta-feira, 19 de julho de 2013



Desertificação já atinge uma área de 230 mil km² no Nordeste

Mapeamento feito por satélite feito pelo Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites da Universidade Federal de Alagoas lança alerta para o fenômeno.
Como se não bastasse a falta de chuvas, o Brasil vê se alastrar no Nordeste um fenômeno ainda mais grave: a desidratação do solo a tal ponto que, em última instância, pode torná-lo imprestável. Um novo mapeamento feito por satélite pelo Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites da Universidade Federal de Alagoas (Lapis), que cruzou dados de presença de vegetação com índices de precipitação ao longo dos últimos 25 anos, até abril passado, mostra que a região tem hoje 230 mil km² de terras atingidas de forma grave ou muito grave pelo fenômeno.
A área degradada ou em alto risco de degradação é maior do que o estado do Ceará. Hoje, o Ministério do Meio Ambiente reconhece quatro núcleos de desertificação no semiárido brasileiro. Somados, os núcleos de Irauçuba (CE), Gilbués (PI), Seridó (RN e PB) e Cabrobó (PE) atingem 18.177 km² e afetam 399 mil pessoas.
Num artigo assinado por cinco pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), do Ministério da Ciência e Tecnologia, são listados seis núcleos, o que aumenta a área em estado mais avançado de desertificação para 55.236 km², afetando 750 mil brasileiros.
Os dois núcleos identificados pelos pesquisadores do Insa são o do Sertão do São Francisco, na Bahia, e o do Cariris Velhos, na Paraíba, estado que tem 54,88% de seu território classificado em alto nível de desertificação.
Trata-se de um prolongamento que une o núcleo do Seridó à microrregião de Patos, passando pela dos Cariris Velhos. Apenas na microrregião de Patos, 74,99% das terras estão em alto nível de desertificação, segundo dados do Programa Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca da Paraíba.
- A degradação do solo é um processo silencioso – afirma Humberto Barbosa, professor do Instituto de Ciências Atmosféricas e coordenador do Lapis, responsável pelo estudo. – No monitoramento por satélite fica evidente que as áreas onde o solo e a vegetação não respondem mais às chuvas estão mais extensas. Em condições normais, a vegetação da Caatinga brota entre 11 e 15 dias depois da chuva. Nestas áreas, não importa o quanto chova, a vegetação não responde, não brota mais.
Estão em áreas mapeadas como críticas de desertificação municípios como Petrolina, em Pernambuco, que tem mais de 290 mil habitantes, e Paulo Afonso, na Bahia, com 108 mil moradores. Barbosa explica que a desertificação é um processo longo e a seca agrava a situação. Segundo ele, em alguns casos, a situação é difícil de reverter.
Na Bahia, numa extensão de 300 mil km² no Sertão do São Francisco, os solos já não conseguem reter água. Na região de Rodelas, no Norte do estado, formou-se, a partir dos anos 80, o deserto de Surubabel.
Numa área de 4 km², ergueram-se dunas de até 5 metros de altura. Segundo pesquisadores, a área foi abandonada depois da criação da barragem da hidrelétrica de Itaparica, usada para o pastoreio indiscriminado de caprinos e, por fim, desmatada. O solo virou areia. O rio, que era estreito, ficou largo, e o grande espelho d’água deixou caminho livre para o vento.
- Não existe dúvida de que o processo de degradação ambiental é grave e continua aumentando – desabafa Aldrin Martin Perez, coordenador de pesquisas do Insa. – A população aumentou, o consumo aumentou. Há consequências políticas, sociais e ambientais. Se falassem do problema de um banco, todos estariam unidos para salvá-lo. Como não é não estão nem aí.
No Sul do Piauí, onde fica o núcleo de Gilbués, são 15 os municípios atingidos. Nos sete em situação mais grave, segundo dados do governo do estado, a desertificação atinge 45% do território de cada um.
Em Gilbués, uma fazenda modelo implantada pelo governo do estado conseguiu recuperar o solo e fazer florescer milho. Todos os anos se comemora ali a festa do milho, mas a experiência de recuperação é limitada. Hoje, 10,95% das terras do Sul do estado apresentam graus variados de desertificação.
Em Alagoas, estudos apontam que 62% dos municípios apresentam áreas em processo de desertificação, sendo os níveis mais graves registrados nos municípios de Ouro Branco, Maravilha, Inhapi, Senador Rui Palmeira, Carneiros, Pariconha, Água Branca e Delmiro Gouveia.
A cobertura florestal do estado é tão baixa que Francisco Campello, responsável pelo programa de combate à desertificação do Ministério do Meio Ambiente, chegou a dizer que, se fosse uma propriedade, Alagoas não teria os 20% de reserva legal.

Degradação intensa

A seca no Nordeste sempre existiu. O que está em jogo agora não é só a falta de chuva, mas a degeneração da terra. O solo frágil exige preservação da vegetação de caatinga e técnicas de manejo, inclusive de pastoreio.
Mas 30% da energia consumida no Nordeste vem da lenha, e o que queima é a mata nativa. Segundo relatório do governo do Rio Grande do Norte, que divide com a Paraíba o núcleo de desertificação do Seridó, além da retirada de lenha, a degradação vem do desmate para abrir espaço para agricultura, pecuária, mineração e extração de argila do leito de rios para abastecer a indústria de cerâmica.
Ao comparar estudos de 1982 e 2010, os especialistas chegaram à conclusão que se passaram 28 anos de intensa degradação sem que a situação se alterasse. A indústria de cerâmica segue como principal fonte de renda e emprego.
Pelo menos 104 empresas competem pela argila para fabricar telhas e tijolos. Dos seis municípios do Núcleo de Desertificação, cinco fazem parte do Polo Ceramista do Seridó e abrigam 59 empresas do setor.
- O Brasil ainda trata a seca como se fosse o Zimbábue ou outros países muito pobres da África – afirma Barbosa. – Isso não é aceitável. Temos pesquisa, técnicas e ferramentas para evitar que a degradação aconteça. Os políticos tratam a seca em ciclos de quatro anos, que é a duração de seus mandatos. Se nada acontecer, as pessoas dos municípios atingidos pela desertificação vão migrar para grandes centros, gerando outros problemas.
Em Gilbués, as crateras abertas no solo, conhecida como voçorocas, compõem uma paisagem chocante. Mas os locais onde não surgem fendas na terra expostas são ainda mais preocupantes.
Ano após ano, as pessoas não percebem que a vida do solo está se esvaindo. Somente ao cavar fendas é que se percebe que o solo está cada vez mais raso e a camada de vida, que são os 5 cm mais próximos à superfície, está mais estreita ou quase inexiste.
A perda de fertilidade se alastra também por parte de Minas Gerais e por áreas do Rio Grande do Sul, onde há o fenômeno denominado arenização – não é desertificação porque esta pressupõe escassez de chuva e aridez, o que não ocorre por lá.
Em Minas, a área de maior risco envolve 69 mil km² em 59 municípios no Norte, Jequitinhonha e Mucuri. Em documento entregue ao Ministério do Meio Ambiente, o governo de Minas calculou em R$ 1,29 bilhão o custo de projetos de prevenção.
- O problema é que os solos estão sendo compactados – diz Afrânio Righes, ex-chefe do Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e professor de engenharia ambiental do Centro Universitário Franciscano (Unifra), em Santa Maria (RS). – O solo já não age como uma esponja, absorvendo a chuva. Com o plantio direto, sem aragem da terra, e o uso de grandes máquinas na lavoura, a água não infiltra, escorre sobre a superfície e se perde. Os impactos da estiagem aumentam, porque há pouca água acumulada na terra. Por isso, é preciso cavar sulcos na terra, a cada 10 metros, para forçar a infiltração. Como não existe máquina adequada para isso, os agricultores não o fazem.
Em Minas, vegetação e terra sofrem com queimadas frequentes, destruição de matas que protegem nascentes, assoreamento de rios e até irrigação, que capta água em excesso, comprometendo cursos d’água e causando salinização do solo.
No Rio Grande do Sul, a ânsia de unir criação de gado e plantio de soja, em busca de lucros maiores, saturou o solo na região de Alegrete, resultando na arenização. Sobrou o “deserto de São João”.
- O solo não era propício para a soja e a camada orgânica se foi em pouco tempo – explica Righes. – Ficou areia pura e, com o vento, ela não parava de avançar.
A solução encontrada pelos gaúchos para barrar o deserto surgido nos pampas foi plantar eucalipto no entorno da área, criando uma cortina de contenção dos ventos.
- A mudança climática tem peso importante nos processos de desertificação – afirma Manuel Otero, representante do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). – Mudou a sequência e intensidade das chuvas. Há menos água disponível. E mais degradação ambiental significa mais pobreza.
Para Otero, a boa notícia é que o ciclo vicioso pode ser quebrado. Com apoio da União Europeia, o instituto levou para o município de Irauçuba técnicas e ações para impedir que a desertificação se alastre. O coordenador de Recursos Naturais e Adaptação às Mudanças Climáticas do IICA, Gertjan Beekman, afirma que técnicas simples, como barramento da água, já deram resultado no município de Canindé.
Nascentes que estavam secas oito anos atrás ressurgiram – comemora Beekman. – Isso mostra que é possível reverter esse processo.
Na Argentina, 70% a 80% da superfície do país são vulneráveis à desertificação, principalmente ao Norte. No Brasil, toda a região do semiárido é considerada área suscetível. Segundo Perez, do Insa, não existe um único modelo ou indicador padronizado para determinar a extensão das terras em processo de desertificação no país.
Não há no Brasil monitoramento sistêmico, apenas estudos pontuais – diz o pesquisador. – A sensibilização não é algo imediato. É preciso estimular as pessoas a olharem com outro olhar e reconstruir a memória intergeracional. A própria sede da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas fica na Alemanha, onde não há o problema.

Fonte: Eco Debate 11/07/2013. 







Cresce uso de plástico renovável e comercial


Empresas que adotam embalagens que reduzem a dependência de combustíveis fósseis.
A garrafa de bioplástico da Coca-Cola é a primeira garrafa PET reciclável feita parcialmente a partir de plantas
Os bioplásticos chegaram. Nos últimos anos empresas multinacionais -- incluindo a Coca-Cola, Ford, Danone, Procter & Gamble, Kimberly Clark, Michelin e AT&T -- se engajaram na revolução verde. E a cana-de-açúcar brasileira é a principal matéria-prima desta revolução sendo usada não só em garrafas e fraldas, mas também em borrachas renováveis.
A Coca-Cola foi a primeira. Quando a empresa estava pesquisando por novos materiais, queria se certificar que escolheria um produto de fato melhor para meio-ambiente e para a sociedade. ”Ao escolher a cana estávamos construindo uma cadeia de suprimento eficiente globalmente”, diz Scott Vitters, diretor da companhia, que espera ampliar a produção de garrafas de bioplástico nos próximos anos.
A garrafa de bioplástico da Coca-Cola é a primeira garrafa PET reciclável feita parcialmente a partir de plantas. E tão logo, a Coca-Cola começou a produzir garrafas PET de plástico de cana, a H.J. Heinz também estreou com uma garrafa PET sustentável de ketchup. O etanol produzido a partir da cana-de-açúcar é reconhecido como biocombustível avançado pela Agência Ambiental dos Estados Unidos.
Em 2010 a Procter & Gamble também começou a usar derivados de plásticos produzidos a partir da cana de açúcar nas embalagens de Pantene,Pro-V e nos produtos da marca Max Factor. Além disso, a Michelin Pneus está trabalhando numa pesquisa na Califórnia em parceria com a empresa Amyris para substituir parte do petróleo usado na fabricação de pneus e está usando cana brasileira para produzir borracha sustentável para pneus. A Goodyear também faz pesquisas na mesma linha.
As novas garrafas do iogurte Actimel também foram feitas com 95% de bioplástico e a AT&T – empresa do segmento de telecomunicações -- adotou os plásticos verdes para suas embalagens a fim de se tornar mais ecológica e reduzir o impacto que causa ao meio-ambiente. “Estamos felizes em ser a primeira companhia norte-americana de telecomunicações a usar bioplásticos em nossas embalagens e esperamos que outras companhias se juntem a nós encontrando caminhos para reduzir nossa dependência de combustíveis fósseis”, diz Jeff Bradley, vice-presidente sênior da AT&T.

 Fonte: Globo Rural 30/06/2013. 



 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Fábrica de tinta reciclada conquista mercado em Guarulhos

Produto ecologicamente correto custa menos do que o tradicional.
A fábrica produz cerca de cem toneladas de tinta reciclada por mês e fatura mais de R$ 150 mil.
Uma pequena indústria de Guarulhos, na Grande São Paulo, lucra com a produção de tintas recicladas e ecológicas. Elas são fabricadas com sobras de tintas, produtos vencidos ou sem especificações - a substância é poluente e não pode ser descartada de qualquer maneira. Em 1985, Cláudio Furusava abriu a fábrica Alternativa Comércio e Indústria de Tintas para reciclar esse material. Hoje é o filho, Cristian Furusava, quem cuida do negócio. O material é separado por cor, brilho, tempo de secagem e aderência. A tinta reciclada custa 60% menos do que a tradicional. Cristian contou com o apoio do Sebrae para definir as estratégias de ação da empresa, por meio de um Plano de Negócios, que orienta os objetivos do empreendedor de como lidar com os riscos do mercado, com concorrentes e o público-alvo.
A fábrica produz cerca de cem toneladas de tinta reciclada por mês e o faturamento fica entre R$ 150 e R$ 200 mil. A expectativa é o negócio cresça 15% em 2013. Os clientes são empresas como uma fábrica de andaimes e de formas para construção civil, que consome 300 litros de tinta por mês e paga cerca de R$ 40 mil por ano. Se usasse a tinta convencional, no entanto, o valor gasto seria mais do que o dobro.



segunda-feira, 15 de julho de 2013

Amigos! Bem vindos ao blog Visão ambiental em sua segunda postagem. De acordo com o Meio Ambiente. Garantir a chamada sustentabilidade ambiental. Isto custa caro, correto? Logicamente algumas atitudes sim, mas existem várias outras que podem ser tomadas com praticamente custo algum. Basta a pena força de vontade e acreditar que é possível assim como fez Illac Diaz. Esta pessoa simplesmente criou a luz para os desprovidos de eletricidade, e acabou também criando uma solução muito interessante para aqueles que desejam poupar energia, principalmente em seus empreendimentos. Salienta-se que é possível com esta pequena atitude descrita na reportagem abaixo, criar através de cada garrafa pet uma iluminação equivalente a uma lampada 60 watts.
Segue em anexo a reportagem. Vale a pena ler.

Como um Filipino Criou “Lâmpadas” Naturais de Garrafas PET

por Atitudes Sustentáveis
Illac Diaz é uma daquelas pessoas que acredita ser possível transformar o mundo. Analisando a situação de diversas favelas nas Filipinas, ele desenvolveu o projeto “Liter of Light” (litro de luz), que utiliza garrafas PET – antes destinadas ao lixo – para iluminar ambientes.
Telhado Luz Natural Como um Filipino Criou Lâmpadas Naturais de Garrafas PET
Segundo estimativa da MyShelter Foundation, existe cerca de 3 milhões de casas sem energia elétrica somente na capital filipina. A iniciativa deu certo e alcançou tanto sucesso no país que Diaz pensou em exportar a ideia para o mundo.
Dessa forma, a aplicação de lâmpadas de garrafas plásticas ganhou status e organização empresarial, alcançando a marca de 200 mil instalações no planeta em apenas um ano de trabalho. O objetivo é chegar a meta de 1 milhão já em 2015.

Facilidade de montagem

O processo de montagem e os materiais utilizados para criar a lâmpada natural de PET são extremamente simples. Você vai precisar apenas de uma garrafa plástica cheia de água. Basta encaixá-la em um furo no telhado e observar a luz solar refletida pelo objeto, que ilumina o ambiente.
Luz Natural Pet Como um Filipino Criou Lâmpadas Naturais de Garrafas PET

Potência da criação

Quem observa as garrafas no teto mal imagina que é possível obter a mesma iluminação de uma lâmpada de 60 watts a partir do simples acessório. Apesar de não oferecer luz durante as noites, a invenção é extremamente funcional para as classes mais baixas, especialmente para aquelas pessoas que residem em favelas, situação em que um pouco mais de iluminação durante o dia já faz toda a diferença.

Exemplo a ser seguido

Devido à facilidade de produção e da matéria-prima extremamente comum de ser encontrada, as lâmpadas de garrafas plásticas estão praticamente revolucionando os bairros menos favorecidos nas Filipinas.
Além de promover o acesso à iluminação de qualidade a qualquer pessoa, o projeto é totalmente sustentável, contribuindo para a manutenção dos recursos naturais do planeta.

domingo, 7 de julho de 2013

Bem vindos ao Visão Ambiental!

Olá a todos! Bem vindos ao blog Visão Ambiental!
A partir de hoje postaremos ideias e soluções para um meio ambiente sadio e equilibrado para as presentes e futuras gerações!!!
Segue abaixo um vídeo com um test drive de um carro elétrico que obtém incríveis 70 milhas por hora, equivalente a 120 quilometros por hora!
Vale a pena conferir!