A Política Nacional de Resíduos sólidos trabalhou um aspecto não apenas ambiental, como também social: os catadores.
Tão importantes na função de coletar o lixo, e principalmente no que se propõe a nova lei, que é a seletividade para fins de reciclagem. Num pais onde vivemos ainda uma realidade de lixões e com a falta de consciência de boa parte da população sobre a coleta seletiva dos resíduos, o catador é elemento essencial quando se trata reciclagem ou até mesmo de um destino adequado aos rejeitos orgânicos (aterro sanitário e compostagem).
Aos poucos a realidade social está mudando, devido às exigências oriundas da referida lei. Pouco a pouco estão surgindo mediante apoio de empresas e sindicatos cooperativas de catadores, auxiliando a questão ambiental e social de diversas maneiras: para empresa o contato é feito diretamente com a cooperativa, sendo os catadores cooperados e não empregados. Para os catadores, é possível regular os preços de maneira que seja benéfica a coletividade da cooperativa, melhorando o aspecto social da vida destes catadores.
Melhores condições de vida, uma coleta mais efetiva, um modo de se fazer o processo diferente. É isso que se traz quando se para de tratar o catador individualmente para observa-lo em cooperativa, devidamente organizado, dando condições de trabalho como os carros elétricos da foto acima. É a mudança, não só social, como ambiental, benéfica a todos!
Tenham uma boa semana!



Muito interessante o assunto.
ResponderExcluirDeveria haver incentivo governamental na educação das pessoas e uma maneira para que os catadores adquirissem os carros elétricos a um preço acessível.
Acredito que a reciclagem em parceria com a educação ambiental melhoraria a imagem de nossas cidades e contribuiria de forma positiva na sobrevivência dos catadores.